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Os familiares do padre Roberto Landell de Moura, cientista e precursor da radiotelefonia, participaram ontem de uma missa na Igreja Nossa Senhora do Rosário, em alusão aos 141 anos do nascimento do patrono dos radioamadores brasileiros. O sobrinho Guilherme Landell de Moura, provedor da Irmandade São Miguel e Almas, deseja que os restos mortais do tio fiquem na Nossa Senhora do Rosário, onde foi pároco entre 1915 e 1928. 'Queremos ver se até o dia 30 de junho, nos 74 anos de sua morte, a situação seja resolvida', disse.
O desejo é também do
atual pároco da igreja, padre Remídio José Bohn. 'Seria
uma graça ter seus restos mortais conosco', afirmou, lembrando que
o padre morreu aos 67 anos em um quarto do Hospital Beneficência
Portuguesa, meses depois de sua nomeação para arcediago (primeiro
entre os diáconos). A remoção dos ossos também
tem o objetivo de acabar com o risco de violação da lápide
do túmulo, como ocorreu em janeiro de 2000 no Cemitério dos
Padres, localizado na Gruta da Glória.
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